" Minhas lágrimas são o rio, eu sou a barreira do mar, eu sou a Pororoca. Defendo o povo contra a maldade que vem do mar."
Catimbó deriva da língua tupi antiga, onde caa significa floresta e timbó refere-se a uma espécie de torpor que se assemelha à morte. Na região Nordeste, o Catimbó, enquanto prática mágico-religiosa, resulta da fusão entre as práticas de magia medieval, cerimônias judárabes, rituais indígenas e afros, agregados ao contexto do catolicismo. Catimbó é portanto, sincretismo, mistura, forte miscigenação de culturas e influências.
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